

“E eu sou assim, odeio admitir metade das coisas que eu sinto. Acredito, que sendo assim, fria e fechada, uma hora eu consiga realmente não sentir tudo que sinto de novo. To cansada de chorar por coisas que as pessoas não dão o menor valor, e uma delas sou eu. O que sinto, é uma coisa que odeio e a maioria das vezes que choro, cheguei definitivamente ao meu limite, odeio ter que admitir que esse limite exista de verdade. Acho ele uma droga, serio mesmo. Sou tão orgulhosa, que por mais que sofra por alguém, jamais daria o braço a torcer por ela. Talvez seja esse o meu problema, achar que tenho que pagar na mesma moeda todo que tenham me feito assim, tão fria. Só que as vezes percebo que essa é a unica maneira que achei de me manter assim, firme. Até as minhas forças esgotarem. E eu desabar permanentemente. Porque eu sei, que uma hora isso irá acontecer. Mas por enquanto, tento afastar essa hora até aonde eu consigo. Se for grosseira com você, não me entenda mal, eu sempre fui assim, aprendi a ser assim, por que sempre foi mais fácil do que sentir. sempre preferi distância do amor, já sofri demais por ele sabe. Esse deve ter sido uma das coisa que talvez me levem ao fim. Essa minha rendição toda ao sentimento que julgam ser tão bonito, mas que no fim, pelo que eu tenha visto, só leva a discórdia. Ao ódio. A tristeza. Não que eu ligue muito para tristeza, ando sentindo ela muito ultimamente. Mas ligo mesmo a loucura que esse tal de amor leva as pessoas. Com ele sim, eu realmente me preocupo.” - Julia Mattos, c-ondenada.
“E eu sou assim, odeio admitir metade das coisas que eu sinto. Acredito, que sendo assim, fria e fechada, uma hora eu...
“E eu sou assim, odeio admitir metade das coisas que eu sinto. Acredito, que sendo assim, fria e fechada, uma hora eu...
“E eu sou assim, odeio admitir metade das coisas que eu sinto. Acredito, que sendo assim, fria e fechada, uma hora eu...